Eu sinto a banalidade. Que horror. Sabe mal, cheira mal. No entanto, sou eu que lhe dou estas características. Oh, porquê? Não, recuso-me. Afasta-te de mim. Essa palavra, essa propriedade não te define. Bem, define se tu quiseres. Olhei em frente para aquela última página e a banalidade nunca foi tão bonita. Bem, agora jáContinue a ler “Obituário?”
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Nick Cave e Eu
Desde há muito, muito tempo, que os álbuns de Nick Cave fazem parte da minha existência. E isso devo muito ao meu pai, por ser um adepto de boa música e por me levar com ele para longas tardes no sofá, embebidas em álbuns que eu, na altura, nunca pensei virem a ter um papelContinue a ler “Nick Cave e Eu”
O (re)encontro
Anabela sentia-se sozinha. Estava sentada num jardim qualquer que tinha encontrado por acaso, num daqueles dias em que nada se parece com o calendário que outrora planeámos para a nossa vida. Aqueles dias em que é preciso pôr os óculos de sol, mesmo estando no ar um nevoeiro cansativo, que nada nos permite ver. LiaContinue a ler “O (re)encontro”
