Obituário?

Eu sinto a banalidade. Que horror. Sabe mal, cheira mal. No entanto, sou eu que lhe dou estas características. Oh, porquê? Não, recuso-me. Afasta-te de mim. Essa palavra, essa propriedade não te define. Bem, define se tu quiseres. Olhei em frente para aquela última página e a banalidade nunca foi tão bonita. Bem, agora jáContinue a ler “Obituário?”

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